Por Marcos Morita
A centenária Kodak, outrora líder inconteste do mercado fotográfico, pediu concordata na semana passada com o objetivo de sanar uma dívida de quase sete bilhões de dólares. Vítima do próprio sucesso, não conseguiu realinhar seu modelo de negócios, sucumbindo à tecnologia digital. Apesar dos esforços no lançamento de novos produtos, venda de ativos e corte de despesas, o fato é que sua imagem está e sempre estará ligada a fotografia analógica, tal como conheceram os amantes da fita cassete, do vinil e do rádio de gaveta.
Uma época mais romântica, a qual começava com a escolha da marca do filme, número de poses - 12, 24 ou 36 - assim como a asa para os mais entendidos. Inseri-lo na máquina exigia também certa habilidade. Em uma viagem, não raro tínhamos que procurar pontos de venda de filmes, quase tão banais quanto encontrar cigarros. A primeira missão na volta era revelá-los, cuja empolgação era quase igual a do embarque. Enfim o grande dia, reunir a turma para rir e compartilhar os bons momentos vividos.
Em todas as etapas, desde a compra do filme, revelação e impressão das fotos, a marca Kodak estava presente. Seu domínio e verticalização era tamanho, que acredito poucos consigam citar o nome de mais de um concorrente.
Espaço Livre


Não é necessário ser profundo conhecedor da história do Brasil para saber a relação das pedras com estado de Minas Gerais. Desde a exploração dos Portugueses que retiraram do solo mineiro, diversas pedras preciosas, mais que suficiente para pagar a dívida com a Inglaterra, até as pedras que sustentam as belas cachoeiras localizadas no estado, sem falar nas pedras que pavimentam as ruas de Ouro Preto, Tiradentes, São João Del Rei, cidades preservadas pelo patrimônio histórico mundial – UNESCO, todas, na verdade são preciosas – é claro que cada uma dentro de um contexto.
Plano de saúde arca com gastos de transplante com células tronco - A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão que condenou a Amil Assistência Médica Internacional Ltda ao pagamento integral de todos os gastos havidos até janeiro de 2002 relativamente aos transplantes autólogos (quimioterapia com resgate de células tronco) realizados por um beneficiário.
O bispo Dom Fernando Antonio Figueiredo será empossado na Academia Paulista de Letras (APL), no dia 27 de maio, às 19h30, no Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n). O novo imortal venceu as eleições no mês de fevereiro deste ano com 34 dos 38 votos e ocupará a cadeira 36. O evento, que será gratuito, contará, também, com a apresentação do maestro João Carlos Martins e sua orquestra. Participarão da cerimônia de posse o núncio apostólico Dom Lorenzo Baldisseri, que fará um recital; e Agnaldo Rayol, que cantará Ave Maria. 





