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Saúde

Mais Saúde Imprimir PDF

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Reunião sobre vacinação contra gripe suína reúne 54 municípios Imprimir PDF

977_01Nesta última quinta-feira (25), aconteceu um encontro com profissionais de saúde para discutir estratégias das campanhas de vacinação contra gripe suína e pneumonia. A reunião aconteceu no Centro de Referência do Professor e foi coordenada pela Gerência Regional de Saúde (GRS) e pela Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde.
“A campanha nacional das duas acontece a partir do dia 8 de março”, informou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Yula Merola. “Então, nos reunimos com todas as equipes que fazem aplicação de vacinas para ver como vai ser a técnica, o modo de aplicação, de armazenamento, os cuidados, como será a logística”.

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Profissionais da saúde são cadastrados para receber vacina do H1N1 Imprimir PDF

973_07Cumprindo determinação da Gerência Regional de Saúde de Pouso Alegre, a Secretaria Municipal de Saúde de Poços de Caldas, por meio do setor de Vigilância Epidemiológica, realizou, nesta semana, o cadastro dos profissionais de saúde que irão receber a dose da vacina contra o vírus H1N1.
“Foi feito o contato com todos os estabelecimentos de saúde, que nos enviaram um cadastro com o nome do profissional e a sua ocupação. Nosso trabalho foi fazer um cadastro único, já que muitos profissionais trabalham em dois ou mais estabelecimentos. As informações são repassadas à GRS de Pouso Alegre. As vacinas serão nominais, para evitar desvios de doses”, informa a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Yula Merola.

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Maisa Saúde Imprimir PDF

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Pela valorização do médico e do paciente Imprimir PDF

Faz alguns dias o Conselho Federal de Medicina aprovou um novo Código de Ética. O texto anterior era de 1.988 e precisava mesmo de uma boa revisada. Ao menos em parte, estava defasado no tocante aos direitos e deveres dos médicos. São regras que devem ser sempre claras e atuais em benefício de uma assistência de qualidade aos cidadãos.


O novo Código de Ética cumpre seu papel, dando mais transparência ao exercício da medicina. Porém, todos sabemos, é apenas um instrumento para a construção de uma engrenagem de saúde segura, eficaz e respeitosa com seus recursos humanos, entre eles os médicos, e também com os pacientes.
Melhorar o atendimento no Brasil é hoje um desafio que requer muitas mudanças e uma conscientização geral da sociedade. Os médicos fazem sua parte quando modernizam o Código de Ética. Mas o que mais pode ser feito e quem tem a obrigação de fazê-lo?
Começamos afirmando, sem medo de errar, que vontade política e compromisso social das autoridades constituídas são fundamentais nesse processo. Por exemplo: o governo não pode continuar se omitindo frente à abertura indiscriminada de escolas médicas sem a estrutura necessária para um ensino de excelência.
Faculdades ruins, sem hospital-escola, com corpo docente de baixo nível, problemas curriculares, entre outros, prestam um desserviço à população. Formam mal e colocam na linha de frente da assistência profissionais sem base suficiente.
A culpa, é óbvio, não é do recém-formado que pagou uma fortuna para alcançar o sonho de ser médico, de servir ao próximo. É, sim, de um sistema que possibilita que a visão mercantilista se sobreponha aos interesses sociais; e das autoridades governamentais que não atuam com rigor para mudar esse quadro.
Esse é apenas um dos empecilhos que impossibilitam uma melhor performance do Brasil na área da saúde. Podemos listar aqui outros, mais ou tão graves, como o sucateamento de hospitais, as péssimas condições de trabalho, a remuneração vil nas áreas pública e suplementar, e por aí vai.
É mister, portanto, que todas essas lacunas sejam olhadas com atenção e que se tome medidas imediatas para solucioná-las. A saúde do país clama por políticas consistentes para a reformulação de suas estruturas, para a organização de um plano de carreira, cargos e salários que esteja à altura da grandeza da ação dos profissionais de medicina, e por um olhar de respeito integral aos pacientes.
A construção de um Brasil, de fato, digno de orgulho passa necessariamente pela valorização de médicos e pacientes.

* Geraldo Rocha Motta Filho, membro titular da Sociedade Brasileira de
Ortopedia e Traumatologia, SBOT